{"id":13588,"date":"2021-05-17T17:38:14","date_gmt":"2021-05-17T17:38:14","guid":{"rendered":"http:\/\/race01.wp\/resources\/dia-internacional-contra-a-homofobia-lesbofobia-bifobia-e-transfobia-a-luta-pela-igualdade-e-nao-discriminacao-em-meio-a-covid-19\/"},"modified":"2023-08-04T17:58:25","modified_gmt":"2023-08-04T17:58:25","slug":"dia-internacional-contra-a-homofobia-lesbofobia-bifobia-e-transfobia-a-luta-pela-igualdade-e-nao-discriminacao-em-meio-a-covid-19","status":"publish","type":"resources","link":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/resources\/dia-internacional-contra-a-homofobia-lesbofobia-bifobia-e-transfobia-a-luta-pela-igualdade-e-nao-discriminacao-em-meio-a-covid-19\/","title":{"rendered":"Dia Internacional contra a Homofobia, Lesbofobia, Bifobia e Transfobia: a luta pela igualdade e n\u00e3o discrimina\u00e7\u00e3o em meio a COVID-19"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Washington DC, 17 de maio de 2021\u00a0<\/strong>&#8211;\u00a0A\u00a0situa\u00e7\u00e3o de\u00a0discrimina\u00e7\u00e3o\u00a0e\u00a0viol\u00eancia enfrentada por pessoas com orienta\u00e7\u00f5es sexuais e identidades de g\u00eanero diversas se agravou no \u00faltimo ano, devido ao contexto da pandemia COVID-19.\u00a0Por isso,\u00a0neste Dia Internacional Contra\u00a0a\u00a0Homofobia, Lesbofobia, Biphobia e Transfobia, o Instituto sobre Ra\u00e7a, Igualdade e Direitos Humanos (Ra\u00e7a e Igualdade) se une ao lema definido mundialmente para comemorar esta data, que \u00e9 &#8220;<strong>Juntes resistindo, apoiando e curando<\/strong>\u201d, uma vez que\u00a0reconhecemos a luta que ativistas e grupos LGBTI+\u00a0da Am\u00e9rica Latina e Caribe\u00a0mant\u00eam pelo respeito e reconhecimento de seus direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O Dia Internacional Contra a Homofobia, Lesbofobia, Bifobia e Transfobia surgiu em 2004 com o objetivo de chamar a aten\u00e7\u00e3o para a discrimina\u00e7\u00e3o e viol\u00eancia enfrentada por pessoas LGBTI+.\u00a0O dia 17 de maio foi escolhido como forma de comemorar a decis\u00e3o da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (OMS), em 1990, de\u00a0<strong>desqualificar a homossexualidade como transtorno mental<\/strong>.\u00a0Desde ent\u00e3o, a comunidade\u00a0LGBTI+ global tem feito progressos no respeito e reconhecimento de seus direitos. Por\u00e9m, ainda s\u00e3o muitos os desafios para que essa popula\u00e7\u00e3o possa gozar de todos os seus direitos e deixar de ser v\u00edtima de agress\u00f5es, exclus\u00e3o e estigmatiza\u00e7\u00e3o, principalmente em uma regi\u00e3o como a Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Reinventando a pandemia<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste dia, Ra\u00e7a e Igualdade busca reconhecer todas as pessoas que, individual ou coletivamente, trabalham para eliminar a discrimina\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia com base na orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero.\u00a0Esse \u00e9 o caso Bruno Montenegro, um jovem trans defensor de direitos humanos e membro da\u00a0<strong>Fraternidade Trans Masculina\u00a0<\/strong>(FTM) do\u00a0Peru, que\u00a0apesar das restri\u00e7\u00f5es impostas\u00a0pela pandemia de COVID-19, foi poss\u00edvel manter-se firme e comprometido com as a\u00e7\u00f5es de apoio para homens trans em seu pa\u00eds.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">At\u00e9 2019, todas essas a\u00e7\u00f5es eram presenciais e consistiam\u00a0principalmente\u00a0em\u00a0oficinas de\u00a0autoconhecimento, autoestima e informa\u00e7\u00f5es sobre terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal, mas com a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria se viram obrigados a suspender todas as atividades e, al\u00e9m disso, muitas pessoas LGBTI+ perderam o emprego e foram\u00a0<strong>obrigados a voltar para a casa de suas fam\u00edlias<\/strong>, onde voltaram a enfrentar a discrimina\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cN\u00e3o\u00a0quer\u00edamos perder aquele espa\u00e7o, ent\u00e3o abrimos um espa\u00e7o virtual chamado\u00a0\u2018Sexta\u00a0<em>chill\u00a0<\/em>&#8216; [1]<em>;\u00a0<\/em>no qual nos reunimos todas as sextas-feiras e conversamos sobre o que sentimos, sobre os processos que estamos passando\u201d, diz Montenegro, que garante que um dos impactos da pandemia na popula\u00e7\u00e3o\u00a0transmasculina\u00a0\u00e9 a impossibilidade de dar continuidade \u00e0\u00a0terapia de reposi\u00e7\u00e3o hormonal, o que implica que voltem a menstruar e lhes\u00a0causa muito desconforto f\u00edsico e emocional.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Montenegro, a\u00a0<strong>resili\u00eancia\u00a0<\/strong>\u00e9 uma caracter\u00edstica muito comum entre as pessoas trans, por isso a exalta como uma arma poderosa de combate e resist\u00eancia \u00e0\u00a0<strong>LGBTIfobia<\/strong>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>&#8220;A vida \u00e9 um carnaval&#8221;<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Quando o assunto \u00e9 resili\u00eancia, a ativista trans e ex-presa pol\u00edtica nicaraguense Celia Cruz \u00e9 um exemplo de vida.\u00a022 dias ap\u00f3s ser libertada da pris\u00e3o, Celia mostra\u00a0<strong>uma atitude inabal\u00e1vel\u00a0<\/strong>e\u00a0apela para enxergarmos a vida\u00a0como um carnaval.\u00a0\u201cTodos n\u00f3s devemos dizer que a\u00a0<em>vida \u00e9 um carnaval<\/em>, \u00e9 cheia de cores, alegrias, car\u00eancias e ritmos diversos e temos que aprender a nos adaptar ao ritmo\u201d,\u00a0afirma.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cruz\u00a0<strong>esteve em uma pris\u00e3o masculina\u00a0<\/strong>de 21 de abril de 2020 a 25 de abril de 2021.\u00a0Iniciou seu ativismo interpretando a cantora C\u00e9lia Cruz em eventos e participando de processos de forma\u00e7\u00e3o.\u00a0Desde o in\u00edcio das manifesta\u00e7\u00f5es de\u00a0abril de 2018, Cruz se envolveu em protestos e\u00a0tornou-se\u00a0&#8220;a voz da lideran\u00e7a&#8221; durante as\u00a0manifesta\u00e7\u00f5es em sua terra natal; Ilha de Ometepe;\u00a0no\u00a0departamento\u00a0de Rivas e na capital\u00a0Managua. Al\u00e9m disso,\u00a0teve que superar obst\u00e1culos para entregar comida aos protestantes.\u00a0Todas as situa\u00e7\u00f5es listadas acima foram usadas \u200b\u200bpelas autoridades da Nicar\u00e1gua\u00a0para prend\u00ea-la e conden\u00e1-la a 13 anos e 2 meses de pris\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Apesar de\u00a0ter sido libertada da\u00a0pris\u00e3o, Cruz \u00e9 v\u00edtima de\u00a0constantes\u00a0<strong>persegui\u00e7\u00f5es e intimida\u00e7\u00f5es policiais<\/strong>, raz\u00f5es pelas quais ainda n\u00e3o conseguiu retomar a organiza\u00e7\u00e3o de eventos e optou por utilizar\u00a0as\u00a0redes sociais para continuar a\u00a0<strong>combater a transfobia<\/strong>.\u00a0A ativista garante que devemos continuar trabalhando por uma Nicar\u00e1gua mais aberta e inclusiva em todos os setores porque \u201csempre haver\u00e1 discrimina\u00e7\u00e3o por g\u00eanero, religi\u00e3o, orienta\u00e7\u00e3o sexual\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Inclus\u00e3o,\u00a0empatia\u00a0e treinamento<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A maioria dos pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina e do Caribe n\u00e3o possuem leis que protejam e promovam os direitos da popula\u00e7\u00e3o LGBTI+ a partir de uma ampla perspectiva sobre orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero como fatores que caracterizam de uma forma particular a\u00a0<strong>experi\u00eancia de vida\u00a0<\/strong>das pessoas.\u00a0Um total de\u00a0<a href=\"https:\/\/raceandequality.org\/1133\"><strong>11 pa\u00edses na regi\u00e3o reconhecem os ataques contra pessoas LGBTI +<\/strong><\/a>\u00a0como crimes de \u00f3dio, enquanto 14 t\u00eam algum tipo de prote\u00e7\u00e3o contra a discrimina\u00e7\u00e3o no emprego.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A situa\u00e7\u00e3o tende a piorar pela falta de um arcabou\u00e7o legal, somado ao\u00a0<strong>sexismo\u00a0<\/strong>e a\u00a0<strong>heteronormatividade, <\/strong>dois determinantes que s\u00e3o fortemente arraigados nas sociedades latino-americanas.\u00a0Nesse contexto, ativistas da regi\u00e3o afirmam que a luta e a resist\u00eancia \u00e0\u00a0LGBTIfobia se\u00a0originam de decis\u00f5es e processos pessoais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Nesse sentido, a psic\u00f3loga cubana e defensora dos direitos humanos, Kirenia Nunez, afirma que\u00a0para o desenvolvimento e divulga\u00e7\u00e3o da\u00a0campanha\u00a0<em>Expr\u00e9sate <\/em>[2]\u00a0\u2013 lan\u00e7ada no in\u00edcio de 2021 para promover o direito \u00e0 liberdade de express\u00e3o em Cuba\u00a0\u2013 propuseram-se a incluir a maior diversidade de participantes\u00a0poss\u00edvel,\u00a0como forma de combater a\u00a0LGBTIfobia, e que pessoalmente realiza seu ativismo\u00a0compartilhando\u00a0<strong>suas experi\u00eancias\u00a0<\/strong>com aqueles que contribuem com coisas boas para as suas vidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">\u201cNeste \u00faltimo ano o que tenho feito \u00e9\u00a0<strong>expandir minha rede de apoio<\/strong>, principalmente com pessoas diversas, pessoas que t\u00eam experi\u00eancias e que vieram para a minha vida contribuir, n\u00e3o s\u00f3 no sentido intelectual, mas tamb\u00e9m com suas experi\u00eancias, e isso\u00a0tem me ajudado a crescer como mulher, como pessoa, como mulher que ama outra mulher\u201d, revela.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">A\u00a0bi\u00f3loga e vice-reitora da Universidade EAN da Col\u00f4mbia,\u00a0<strong>Brigitte\u00a0Baptiste<\/strong>, acredita que o humor \u00e9 uma boa forma de combater e resistir \u00e0\u00a0LGBTIfobia, mas\u00a0destaca\u00a0que a empatia tamb\u00e9m \u00e9 muito importante.\u00a0\u201cA capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa\u201d,\u00a0diz\u00a0Baptiste, que, como mulher trans, tem sido alvo de ataques nas redes sociais.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Enquanto isso, para\u00a0Liken\u00a0Lee, ativista\u00a0trans\u00a0e membro da organiza\u00e7\u00e3o <em>Trans Siempre Amigas<\/em> (TRANSSA), da Rep\u00fablica Dominicana,\u00a0tem sido fundamental sua participa\u00e7\u00e3o em processos de aprendizagem sobre seus direitos, bem como\u00a0em\u00a0<strong>organiza\u00e7\u00f5es de apoio\u00a0<\/strong>a pessoas trans que zelam por seu bem-estar e sa\u00fade mental.\u00a0Lee\u00a0compartilha que terminar a gradua\u00e7\u00e3o em contabilidade foi uma forma de empoderar-se, mas n\u00e3o p\u00f4de exerc\u00ea-la devido \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o que existe no mercado de trabalho contra as pessoas trans e porque neste pa\u00eds caribenho ainda n\u00e3o h\u00e1 uma lei de identidade de g\u00eanero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste Dia\u00a0Internacional contra a Homofobia, Lesbofobia, Bifobia e Transfobia, tamb\u00e9m queremos nos juntar \u00e0\u00a0<a href=\"https:\/\/raceandequality.org\/1134\"><strong>declara\u00e7\u00e3o conjunta<\/strong><\/a>\u00a0da Comiss\u00e3o Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e de especialistas em direitos humanos, na qual apelam aos\u00a0Estados e demais partes interessadas a considerarem o impacto negativo de narrativas excludentes ou\u00a0estigmatizantes\u00a0sobre a viol\u00eancia e a discrimina\u00e7\u00e3o contra l\u00e9sbicas, gays, bissexuais, trans e pessoas com identidade de g\u00eanero diversas (LGBTI+).\u00a0A declara\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m destaca a necessidade de garantir que a religi\u00e3o e a tradi\u00e7\u00e3o n\u00e3o sejam usadas para promover a discrimina\u00e7\u00e3o contra as pessoas com base em sua orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Em Ra\u00e7a e Igualdade acreditamos que a luta contra a\u00a0LGBTIfobia\u00a0deve partir de\u00a0<strong>pol\u00edticas de Estado,\u00a0<\/strong>como leis que protegem e promovem os direitos das pessoas LGBTI+\u00a0; treinamento para autoridades como operadores de justi\u00e7a e pessoal de sa\u00fade; campanhas de conscientiza\u00e7\u00e3o sobre orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero; entre outros\u00a0, assim como a assinatura e ratifica\u00e7\u00e3o da\u00a0<strong>Conven\u00e7\u00e3o Interamericana contra Toda Forma de Discrimina\u00e7\u00e3o e Intoler\u00e2ncia<\/strong>.\u00a0Portanto, solicitamos aos Estados que conhe\u00e7am a realidade da popula\u00e7\u00e3o LGBTI+, incluindo a gera\u00e7\u00e3o de dados sobre a viol\u00eancia contra pessoas LGBTI+,\u00a0e respondam \u00e0s suas demandas de direitos humanos.<\/p>\n<p>[1] c<em>hill out<\/em> \u00e9 uma express\u00e3o em ingl\u00eas para relaxar<\/p>\n<p>[2] Portugu\u00eas: \u201cexpresse-se\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Washington DC, 17 de maio de 2021\u00a0&#8211;\u00a0A\u00a0situa\u00e7\u00e3o de\u00a0discrimina\u00e7\u00e3o\u00a0e\u00a0viol\u00eancia enfrentada por pessoas com orienta\u00e7\u00f5es sexuais e identidades de g\u00eanero diversas se agravou no \u00faltimo ano, devido ao 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