{"id":14876,"date":"2021-06-28T13:20:59","date_gmt":"2021-06-28T13:20:59","guid":{"rendered":"http:\/\/race01.wp\/?post_type=resources&#038;p=14876"},"modified":"2023-08-04T17:51:18","modified_gmt":"2023-08-04T17:51:18","slug":"amando-e-resistindo-na-diversidade-raca-e-igualdade-celebra-o-dia-do-orgulho-lgbti","status":"publish","type":"resources","link":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/resources\/amando-e-resistindo-na-diversidade-raca-e-igualdade-celebra-o-dia-do-orgulho-lgbti\/","title":{"rendered":"&#8220;Amando e resistindo na diversidade&#8221;: Ra\u00e7a e Igualdade celebra o Dia do Orgulho LGBTI+"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Washington DC, 28 de junho de 2021 <\/strong>&#8211; Para comemorar o <strong>Dia do Orgulho LGBTI+<\/strong>, o Instituto sobre Ra\u00e7a, Igualdade e Direitos Humanos (Ra\u00e7a e Igualdade) elegeu o slogan &#8220;Amando e Resistindo na Diversidade&#8221;, para homenagear as organiza\u00e7\u00f5es e ativistas LGBTI+ que lutam todos os dias para combater a discrimina\u00e7\u00e3o, a viol\u00eancia e seguem caminhando para o reconhecimento de seus direitos, apesar de viverem em um contexto t\u00e3o adverso como o que prevalece na Am\u00e9rica Latina e no Caribe em termos de direitos humanos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Embora os avan\u00e7os na regi\u00e3o em termos de reconhecimento e garantia de direitos para as pessoas LGBTI+ sejam poucos, queremos exaltar <strong>a grande capacidade de amar e resistir<\/strong> que as pessoas com orienta\u00e7\u00e3o, express\u00e3o ou identidade sexual diversas tiveram e continuam a ter numa sociedade que os agride, exclui e humilha, e na qual, al\u00e9m disso, os ataques direcionados a seus corpos aumentam e o discurso de \u00f3dio se intensifica.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Neste dia n\u00e3o podemos deixar de lembrar as <strong>rebeli\u00f5es de Stonewall<\/strong>, que foram realizadas em rep\u00fadio \u00e0 opera\u00e7\u00e3o policial ocorrida na madrugada de 28 de junho de 1969, no bar conhecido como Stonewall Inn, localizado no bairro nova-iorquino de Greenwich Village, em o que as pessoas LGBTI+ costumavam se encontrar. Anos depois, essa data seria declarada como Dia do Orgulho LGBTI+, como forma de reivindicar e celebrar a luta pela liberdade e pelo respeito aos direitos dessa comunidade.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Avan\u00e7os e desafios<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No in\u00edcio deste m\u00eas de junho, a Promotoria de Salta, Argentina, confirmou que os restos mortais encontrados por um oper\u00e1rio e seu filho em uma \u00e1rea desolada ao norte da cidade, correspondiam a <strong>Santiago Cancinos<\/strong>, um jovem trans que desapareceu em maio de 2017 e que j\u00e1 havia denunciado nas redes sociais que sofria bullying na escola pelos seus colegas de classe.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Este \u00e9 um dos eventos mais recentes e chocantes, mas, quando se trata de viol\u00eancia e discrimina\u00e7\u00e3o, a Am\u00e9rica Latina e o Caribe acumulam uma longa lista de eventos que v\u00e3o <strong>desde amea\u00e7as e ataques verbais \u00e0 brutalidade policial e assassinatos<\/strong>. Crimes de \u00f3dio que na maioria dos casos permanecem em total impunidade, j\u00e1 que a falta de vontade e de mecanismos judiciais n\u00e3o permitem que as autoridades tenham como prioridade fazer justi\u00e7a aos corpos dissidentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Organiza\u00e7\u00f5es LGBTI+ e de direitos humanos est\u00e3o acompanhando de perto o desenrolar do <strong>caso \u2018<em>Vicky Hern\u00e1ndez vs. Honduras\u2019<\/em><\/strong>, no qual a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) determinar\u00e1 a responsabilidade do Estado pela suposta execu\u00e7\u00e3o extrajudicial cometida contra Hern\u00e1ndez em junho de 2009. O caso que ocorreu em meio ao tenso contexto sociopol\u00edtico gerado pelo golpe de Estado daquele ano, com a seten\u00e7a da Corte favor\u00e1vel a Hern\u00e1ndez, se tornaria um importante precedente a n\u00edvel regional para a aplica\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a em casos de viol\u00eancia contra pessoas LGBTI+.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">No caso espec\u00edfico da pandemia de COVID-19, a <a href=\"https:\/\/raceandequality.org\/1153\"><strong>situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade<\/strong><\/a> dessa popula\u00e7\u00e3o se agrava na medida em que a emerg\u00eancia sanit\u00e1ria aprofunda as condi\u00e7\u00f5es de desigualdade nos campos da sa\u00fade, assist\u00eancia social, educa\u00e7\u00e3o, trabalho, entre outros, uma vez que os Estados n\u00e3o levaram em conta suas realidades para definir e implementar medidas de conten\u00e7\u00e3o do v\u00edrus. Logo, em pa\u00edses como a Col\u00f4mbia, pessoas com identidade ou express\u00e3o de g\u00eanero diversa foram deixadas no limbo diante de pol\u00edticas como o chamado \u201c<strong><em>pico y g\u00e9nero<\/em><\/strong>\u201d [1].<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Por\u00e9m, o compromisso de lutar por uma sociedade mais justa e igualit\u00e1ria para todas as pessoas tamb\u00e9m teve resultados. No ano passado, pudemos celebrar, por exemplo, a <strong>aprova\u00e7\u00e3o do casamento igualit\u00e1rio na Costa Rica<\/strong>, logo, somos testemunhas do \u00eaxito de campanhas e projetos de lei pelo reconhecimento e garantia dos direitos das pessoas LGBTI+. Na Argentina, para citar um caso, a C\u00e2mara dos Deputados aprovou em 11 de junho, o Projeto de Lei de Promo\u00e7\u00e3o do Acesso ao Trabalho Formal de Travestis e Transexuais &#8220;Diana Sacay\u00e1n-Lohana Berkins&#8221;, com 207 votos afirmativos, 11 negativos e 7 absten\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Vamos celebrar!<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ra\u00e7a e Igualdade conversou com ativistas LGBTI+ de diferentes pa\u00edses da regi\u00e3o e perguntou-lhes: qual \u00e9 a import\u00e2ncia de celebrar o Orgulho LGBTI+? Estas foram as suas respostas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Christian King, ativista trans n\u00e3o bin\u00e1rio da Rep\u00fablica Dominicana &#8211; Trans Siempre Amigas (TRANSSA)<\/strong>: Para mim, comemorar o m\u00eas do Orgulho LGBTI+ nada mais \u00e9 do que me reivindicar como pessoa, mas ao mesmo tempo reivindicar todas aquelas pessoas que lutaram, que perderam suas vidas se tornando vis\u00edveis, aquelas pessoas que nos levaram a nos aventurar nesse movimento de luta para que nos reconhe\u00e7amos como membros da comunidade LGBTI+ e exigir que o Estado reconhe\u00e7a nossos direitos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Agatha Brooks, ativista trans da Rep\u00fablica Dominicana &#8211; Trans Siempre Amigas (TRANSSA)<\/strong>: Celebrar o M\u00eas do Orgulho, \u00e9 tornar-nos vis\u00edveis como aquela bandeira arco-\u00edris que representa cada um de n\u00f3s, pois somos uma semente que cresce cada vez mais a cada dia. Tornamo-nos mais vis\u00edveis para que a igualdade esteja presente nas nossas comunidades, no nosso pa\u00eds e em todo o mundo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Darlah Farias, l\u00e9sbica ativista do Coletivo Sapato Preto &#8211; Brasil: <\/strong>Celebrar Orgulho LGBTI+ \u00e9 comemorar a vida dessa popula\u00e7\u00e3o. N\u00e3o apenas as vidas que est\u00e3o na luta hoje, mas todas as vidas que tombaram para que pud\u00e9ssemos estar aqui. Eu, principalmente, como negra e l\u00e9sbica, carrego comigo toda a minha ancestralidade e entendo que nossa luta se forja na revolu\u00e7\u00e3o e na reinven\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Thiffany Odara, travesti ativista da FONATRANS &#8211; Brasil: <\/strong>Celebrar o Orgulho LGBTI+ \u00e9 celebrar o direito \u00e0 vida, a minha exist\u00eancia, o direito de ser quem eu sou, \u00e9 celebrar a mem\u00f3ria dos meus antepassados. Celebrar quem eu sou \u00e9 o maior desafio da sociedade brasileira. O desafio de resistir para garantir pol\u00edticas de eq\u00fcidade social. Viva o orgulho do movimento LGBTI +! Orgulho de ser quem somos!<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Gael Jardim, \u00a0homem trans ativista da Trascendendo &#8211; Brasil: <\/strong>Comemorar o Dia do Orgulho LGBTI+ \u00e9 fazer uma grande diferen\u00e7a. Lembrar que este dia nasceu de uma revolta para que as pessoas tenham o direito de existir em sociedade, n\u00e3o mais em guetos, arm\u00e1rios ou exclus\u00e3o. Celebrar o Dia do Orgulho \u00e9 dar visibilidade \u00e0 nossa causa e \u00e0 nossa luta, que n\u00e3o \u00e9 um dia, mas um ano inteiro por cidadania.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Santiago Balvin, ativista transmasculino n\u00e3o bin\u00e1rio e membro da Rosa Rabiosa &#8211; Peru: <\/strong>O orgulho \u00e9 importante para mim porque a sociedade nos imp\u00f4s sentimentos de culpa e vergonha sobre quem somos, mas nos levantamos contra eles mostrando orgulho por ser quem somos e nos mostrando com autenticidade. Tamb\u00e9m \u00e9 muito importante saber que mesmo que tenhamos nos escondido, a visibilidade tem sido importante para podermos nos mostrar e mostrar os nossos problemas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Leyla Huerta, fundadora e diretora da F\u00e9minas &#8211; Peru: <\/strong>Celebrar o Dia do Orgulho \u00e9 muito importante para mim. \u00c9 aquele dia em que nos reconhecemos como valentes, fortes e resilientes, \u00e9 tamb\u00e9m uma data de comemora\u00e7\u00e3o de todas aquelas pessoas que j\u00e1 n\u00e3o est\u00e3o conosco e que foram exterminadas devido \u00e0 sua orienta\u00e7\u00e3o sexual e\/ou identidade de g\u00eanero e, por isso, \u00e9 a palavra que melhor se adapta aos nossos desaparecimentos. Uma sociedade que n\u00e3o nos reconhece, uma sociedade que nos limita no desenvolvimento de nossas vidas, faz isso: nos extermina. O Dia do Orgulho, como a palavra diz, \u00e9 um dia em que devemos nos orgulhar porque estamos aqui, resistindo, avan\u00e7ando e educando.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Roberto Lechado, comediante nicaraguense: <\/strong>Celebrar o Orgulho Gay \u00e9 celebrar a vida, mas tamb\u00e9m me reconhecer como parte de uma comunidade e me lembrar que n\u00e3o estou sozinho, e esse \u00e9 um sentimento super agrad\u00e1vel. \u00c9 tamb\u00e9m lembrar a mim mesmo que est\u00e1 tudo bem ser a pessoa que eu quero ser, que meu amor \u00e9 v\u00e1lido e valioso, minha exist\u00eancia \u00e9 magn\u00edfica e importante. Celebrar o Orgulho \u00e9 tamb\u00e9m tornar vis\u00edveis essas cores que muitas vezes no dia a dia querem ser ofuscadas e dizer \u00e0 sociedade \u201colha, c\u00e1 estamos, existimos, ou seja, merecemos, valemos!\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Miguel Rueda S\u00e1enz &#8211; Col\u00f4mbia:<\/strong> Celebrar o orgulho gay significa muitas coisas para mim. Isso tem uma for\u00e7a hist\u00f3rica importante, tem tamb\u00e9m uma for\u00e7a comunit\u00e1ria de grupo e aspectos sociais fundamentais, e tem uma enorme situa\u00e7\u00e3o pessoal em me reconhecer como homosexual. H\u00e1 muito tempo que me permito gritar mais alto nesse dia. Para mim \u00e9 muito importante no dia 28 de junho poder celebrar quem somos, por que existimos e para que existimos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Lesley Wolf &#8211; Col\u00f4mbia:<\/strong> a celebra\u00e7\u00e3o do orgulho LGBTI+ \u00e9 mais do que uma celebra\u00e7\u00e3o e se torna uma reivindica\u00e7\u00e3o de luta. Digamos que resignificar e dignificar uma luta que n\u00e3o s\u00f3 nos custa ou leva um m\u00eas, mas um ano inteiro, \u00e9 uma atividade constante.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Mar\u00eda Matienzo, ativista independente e jornalista &#8211; Cuba:<\/strong> Para mim, comemorar o Dia do Orgulho \u00e9 comemorar de alguma forma a reivindica\u00e7\u00e3o de direitos que todos os cidad\u00e3os do mundo deveriam ter, embora realmente n\u00e3o seja uma quest\u00e3o de um dia, deve ser uma quest\u00e3o de uma vida inteira.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para Ra\u00e7a e Igualdade \u00e9 uma honra conhecer e acompanhar o trabalho que \u00e9 realizado, individual ou coletivamente, na <strong>defesa e promo\u00e7\u00e3o dos direitos da popula\u00e7\u00e3o LGBTI+<\/strong>, denunciando a viol\u00eancia que enfrentam nas diferentes \u00e1reas da sociedade, tornando vis\u00edveis e documentando suas realidades e demandas, e fortalecendo suas capacidades de influir nos Estados e nos mecanismos de direitos humanos, do Sistema Interamericano e das Na\u00e7\u00f5es Unidas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para n\u00f3s, comemorar o Dia do Orgulho LGBTI+ significa refor\u00e7ar e renovar nosso compromisso de trabalhar por <strong>uma sociedade mais justa e igualit\u00e1ria<\/strong> para todas as pessoas, sem qualquer tipo de discrimina\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, representa uma oportunidade de fazer recomenda\u00e7\u00f5es aos Estados, visando a prote\u00e7\u00e3o e promo\u00e7\u00e3o dos direitos da popula\u00e7\u00e3o LGBTI+:<\/p>\n<ul style=\"text-align: justify;\">\n<li>Implementar <strong>campanhas educativas<\/strong> sobre orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero, dirigidas \u00e0s pessoas, em todas as \u00e1reas da sociedade, conhecendo e respeitando a diversidade da popula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li><strong>Coletar dados separados<\/strong> com uma perspectiva interseccional na popula\u00e7\u00e3o LGBTI+, incluindo informa\u00e7\u00f5es sobre a viol\u00eancia que enfrentam.<\/li>\n<li><strong>Capacitar as autoridades<\/strong>, principalmente trabalhadores da justi\u00e7a, provedores de sa\u00fade e do setor de educa\u00e7\u00e3o, para que pessoas LGBTI+ possam acessar esses servi\u00e7os b\u00e1sicos sem sofrer discrimina\u00e7\u00e3o e sem limita\u00e7\u00f5es baseadas em preconceitos sobre orienta\u00e7\u00e3o sexual e identidade de g\u00eanero.<\/li>\n<li>Adotar pol\u00edticas e leis que permitam que pessoas LGBTI+ tenham pleno gozo de seus direitos, como a <strong>lei de identidade de g\u00eanero<\/strong>.<\/li>\n<li>Assinar, ratificar e implementar a <strong>Conven\u00e7\u00e3o Interamericana contra Todas as Formas de Discrimina\u00e7\u00e3o e Intoler\u00e2ncia<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n<p style=\"text-align: justify;\">[1] <em>\u201cPico y g\u00e9nero\u201d foi uma medida de quarentena baseada no sexo temporariamente implementada em Bogot\u00e1 e Cartegena, onde mulheres e homens eram liberados para tarefas essenciais em dias alternados da semana; mulheres e homens trans podiam sair de acordo com sua identidade de g\u00eanero. No entanto, a pol\u00edtica resultou em cerca de 20 casos de discrimina\u00e7\u00e3o direcionada contra pessoas trans.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Washington DC, 28 de junho de 2021 &#8211; Para comemorar o Dia do Orgulho LGBTI+, o Instituto sobre Ra\u00e7a, Igualdade e Direitos Humanos (Ra\u00e7a e Igualdade) elegeu o slogan &#8220;Amando [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":13659,"parent":0,"menu_order":0,"template":"","format":"standard","categories":[],"resources_country":[1190,1192,1194,1200,1202,1196],"resources_language":[],"resources_audience":[],"resources_format":[],"resources_topic":[1103,1110],"resources_year":[],"class_list":["post-14876","resources","type-resources","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","resources_country-brasil-pt-br","resources_country-colombia-pt-br","resources_country-cuba-pt-br","resources_country-nicaragua-pt-br","resources_country-peru-pt-br","resources_country-republica-dominicana-pt-br","resources_topic-lgbti-pt-br","resources_topic-raca-e-igualdade"],"acf":[],"aioseo_notices":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources\/14876","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources"}],"about":[{"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/types\/resources"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media\/13659"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=14876"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=14876"},{"taxonomy":"resources_country","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_country?post=14876"},{"taxonomy":"resources_language","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_language?post=14876"},{"taxonomy":"resources_audience","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_audience?post=14876"},{"taxonomy":"resources_format","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_format?post=14876"},{"taxonomy":"resources_topic","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_topic?post=14876"},{"taxonomy":"resources_year","embeddable":true,"href":"https:\/\/raceandequality.org\/pt-br\/wp-json\/wp\/v2\/resources_year?post=14876"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}