Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Afrodescendentes realizará consulta regional em Bogotá

O encontro será realizado nesta sexta-feira, 19 de setembro, e reunirá mais de 60 líderes afrodescendentes da América Latina e do Caribe. A Raza e Igualdade acompanhará este espaço com a participação de delegadas ativistas nacionais e internacionais.

For players seeking an alternative to conventional regulated platforms, casino without license offer a compelling proposition: fewer restrictions, faster sign-ups, and full access to games and withdrawals without extensive identity verification processes that traditional casinos require. Withdrawal speed and reliability are among the most important factors to evaluate at any casino, and this is particularly true for platforms without traditional licenses. The fastest payouts are typically processed through cryptocurrency wallets, which can complete transactions in under an hour. E-wallet withdrawals at these platforms are also generally faster than bank transfer options. Researching a platform's historical withdrawal performance through independent player forums and review sites provides the most reliable insight into what you can expect. While casinos without traditional licenses offer genuine advantages in terms of speed and privacy, players should approach them with informed caution. Without regulatory oversight, there is no external authority to turn to in case of disputes regarding withheld winnings or unfair game outcomes. Due diligence is essential – researching player reviews, checking for transparent game audits, and verifying the platform's withdrawal track record before making significant deposits are all important steps toward a safer experience. One of the primary reasons players gravitate toward unlicensed or alternatively licensed casinos is the elimination of KYC procedures. Know Your Customer requirements at traditional casinos can delay withdrawals for days or even weeks while documents are reviewed. Platforms that operate without these requirements allow players to register with just an email address or a cryptocurrency wallet, and begin playing immediately. For players who value their privacy and want instant access to their winnings, this streamlined approach is highly appealing. Bonuses and promotions at casinos without traditional licenses can be particularly generous, as these platforms compete aggressively for player attention without the marketing restrictions that licensed operators sometimes face. Welcome bonuses, reload offers, free spins, and cashback promotions are all common features. However, players should always carefully read the terms attached to any bonus, as wagering requirements and withdrawal limits determine the actual value of any promotional offer regardless of where the casino is licensed. Casinos without a traditional license typically operate under alternative frameworks, including cryptocurrency-based platforms that leverage blockchain technology to ensure transparency and fairness without relying on conventional gambling authorities. These platforms use provably fair algorithms that allow any player to independently verify the outcome of every game, providing a form of technological accountability that replaces regulatory oversight. For tech-savvy players who understand blockchain mechanics, this represents a genuinely innovative approach to fair gaming. Ultimately, finding the right casino without a traditional license requires the same careful evaluation you would apply to any online gambling platform: checking player reviews, verifying withdrawal reliability, understanding bonus terms, and ensuring that the games offered are genuinely fair. The platforms that perform well on all these measures earn the trust of their players through consistent quality and transparency, demonstrating that regulatory licenses are not the only path to a trustworthy casino experience.

Bogotá, 16 de setembro de 2025. Nesta sexta-feira, 19 de setembro, o Fórum Permanente das Nações Unidas sobre Afrodescendentes realizará a consulta regional para a América Latina de língua espanhola, um espaço que faz parte do processo de construção da futura Declaração das Nações Unidas sobre o respeito, à proteção e a efetividade dos direitos humanos das pessoas afrodescendentes.

Este encontro, que terá início às 9h da manhã na sede principal do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia e reunirá mais de 60 líderes, faz parte das consultas regionais que o Fórum Permanente está realizando em diferentes partes do mundo, com o objetivo de coletar contribuições e garantir que as vozes das comunidades afrodescendentes sejam levadas em consideração na elaboração da Declaração. A jornada em Bogotá será a segunda consulta regional, após a realizada em dezembro de 2024 em Barbados, com foco no Caribe.

De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), cerca de 200 milhões de afrodescendentes vivem na região, o equivalente a 30% da população total. No entanto, persistem barreiras estruturais que limitam seu acesso à justiça, participação política, educação, saúde e emprego digno. Essas lacunas se aprofundam no caso das mulheres afrodescendentes, que enfrentam de forma interseccional os efeitos do racismo e do sexismo. A consulta regional em Bogotá, dirigida às comunidades afrodescendentes dos países de língua espanhola da América Latina, busca gerar um diagnóstico sobre as múltiplas formas de discriminação e racismo estrutural na região e, ao mesmo tempo, consolidar propostas que fortaleçam o projeto de Declaração.

​​A jornada, que será desenvolvida por meio de um diálogo amplo e participativo, se concentrará em temas prioritários identificados pelo Fórum Permanente, entre eles: o reconhecimento e o combate ao racismo sistêmico e estrutural; a justiça reparadora diante dos legados do colonialismo, da escravidão, do apartheid e do genocídio; os direitos coletivos dos povos afrodescendentes; o desenvolvimento sustentável e a redução das desigualdades; bem como questões urgentes e emergentes em matéria de direitos humanos, como o impacto da inteligência artificial, as mudanças climáticas, a injustiça ambiental e a necessidade de reformar a ordem econômica internacional.

O Instituto sobre Raça, Igualdade e Direitos Humanos (Raça e Igualdade) acompanha a participação de destacadas líderes da região, que contribuirão para a discussão com suas experiências e trajetórias. Entre elas estão: a boliviana Paola Yánez, coordenadora da Rede de Mulheres Afro-latino-americanas, Afro-caribenhas e da Diáspora; a hondurenha Mirtha Colón, presidente da Organização Negra Centro-americana (ONECA); a dominicana María Bizenny Martínez, coordenadora do Departamento de Direitos Humanos e Incidência Política da MOSCTHA; a colombiana Luz Marina Becerra Panesso, representante legal da Coordenação de Mulheres Afrocolombianas Deslocadas em Resistência (La Comadre); e a mexicana Teresa Mojica, presidente da Fundação Afromexicana Petra Morga. Sua participação permitirá visibilizar as realidades específicas que as mulheres afrodescendentes enfrentam diante da violência racial, do deslocamento forçado e da exclusão.

Vozes da diáspora: Mulheres afrodescendentes em resistência e liderança global

Como prelúdio à consulta, na quinta-feira, 18 de setembro, às 16h, no Hotel Suite Jones (Chapinero, Bogotá), será realizado o diálogo Vozes da diáspora: Mulheres afrodescendentes em resistência e liderança global. Este encontro contará com a participação das líderes mencionadas e do professor Justin Hasford, membro do Fórum Permanente da ONU sobre Afrodescendentes, cuja trajetória nos Estados Unidos e articulação com movimentos afrodescendentes da diáspora permitirão uma análise comparativa entre a América Latina e o Norte Global.

O evento, organizado pela Raza e Igualdade, contará com interpretação simultânea em inglês e espanhol e busca consolidar um espaço de intercâmbio e construção coletiva, fortalecendo o vínculo entre as lutas históricas das comunidades afrodescendentes na América Latina e aquelas que se desenvolvem em outros contextos internacionais.



Junte-se aos nossos esforços

Apoie o empoderamento de indivíduos e comunidades para alcançar mudanças estruturais na América Latina.